'Não tem como não ser afetado, é um cenário de guerra', diz mineira que mora em região atingida do RS

  • 08/05/2024
(Foto: Reprodução)
Adriana Lima Mendes é natural de Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, e se mudou para Nova Hamburgo, no Rio Grande do Sul, após se casar. No retorno do hospital para a casa, Adriana registra bairro sem energia, congestionamentos e móveis colocados na rua para recolhimento da prefeitura. Arquivo pessoal/Reprodução Adriana Lima Mendes é natural de Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, e se mudou para Nova Hamburgo, no Rio Grande do Sul, após se casar com um gaúcho. Atualmente, ela trabalha como jornalista de saúde em um hospital na região metropolitana de Porto Alegre, região afetada pela maior catástrofe climática já registrada no estado. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Cenário de guerra "As pessoas nos perguntam: tem água na sua casa? Não, não chegou na minha, mas não tem como não ser atendido. É um cenário de guerra." A casa dela, apesar de não ser atingida, ficou sem luz, sem água e sem internet. Ela conta, ainda, que a gasolina está escassa e, quando postos ainda possuem combustíveis, estão com preços exorbitantes. Adriana, mora no Bairro Canudos, que foi afetado, mas o prédio dela fica em uma região mais alta, onde a água não chegou. Por outro lado, ruas ao redor foram alagadas e pessoas foram evacuadas. Mineira que trabalha em hospital do RS conta situação da região "Em Minas, temos muitos períodos de estiagens, aqui é o contrário, temos períodos de enchente, mas nunca como essa. É algo que tira a gente do chão", afirmou Adriana. Ainda de acordo com ela, as evacuações ocorreram muito rapidamente, em questão de 30 minutos, em alguns lugares. Hospitais esvaziados, falta de água e luz: médica de Juiz de Fora que mora e trabalha em Porto Alegre detalha devastação pela chuva Por que a Rondon Pacheco alaga com tanta frequência? Engenheiros abordam soluções para a Avenida Rondon Pacheco durante chuvas em Uberlândia Falta tudo Sobre as doações, Adriana contou que se emocionou ao ver a mobilização dos mineiros. "Me emociono ao ver gestos tão nobres do restante do país. Tem pessoas nos abrigos que precisam de tudo, água, comida, roupas íntimas, meias." Ela explica que os dias tendem a esfriar no estado, o que significa que as vítimas da enchente ficarão com frio, uma vez que estarão com o corpo próximo a água gelada. "O tempo todo ouvimos barulho de helicópteros sobrevoando a região tentando resgatar pessoas. Fiquei muito feliz ao ver a bandeira de Minas Gerais durante os salvamentos, os bombeiros mineiros atuando aqui." Mineira que mora no RS conta da atuação do Corpo de Bombeiros de MG no resgate de pessoas 🔔 Receba no WhatsApp as notícias do Triângulo e região Onde doar O g1 fez listas de locais onde a população mineira pode doar objetos, dinheiro e alimentos. A relação dos nomes é atualizada a medida que instituições oficiais se tornam locais de ajuda. Onde doar no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba Onde doar no Centro-Oeste de Minas Onde doar na Zona da Mata e Campo das Vertentes Adriana em entrevista para a TV Integração via videoconferência TV Integração/Reprodução 📲 Siga as redes sociais do g1 Triângulo: Instagram, Facebook e Twitter 📲 Receba no WhatsApp as notícias do g1 Triângulo VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

FONTE: https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2024/05/08/nao-tem-como-nao-ser-afetado-e-um-cenario-de-guerra-diz-mineira-que-mora-em-regiao-afetada-do-rs.ghtml


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